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Após perder pai, jovem tenista busca na quadra alívio para luto

Com sua carreira no tênis decolando, Amanda Anisimova, então com 17 anos, sofreu um choque abrupto e ficou de fora do US Open no ano passado porque estava de luto.

O pai dela, Konstantin Anisimov, tinha só 52 anos quando morreu de um ataque cardíaco, uma semana antes do início do último torneio de Grand Slam do ano passado.

Anisimov, um imigrante russo imponente e de alto intelecto, com voz de barítono, foi treinador de sua filha por muito tempo, e embora ele e a mãe de Amanda, Olga, tivessem se separado pouco tempo antes e a tenista tivesse começado a trabalhar com uma nova equipe de treinadores, Anisimov se mantinha regularmente em contato com sua família.

Sua morte, em casa na cidade de Aventura, Flórida, aconteceu enquanto Anisimova, um dos jovens talentos mais promissores do tênis dos Estados Unidos, estava em Nova York se preparando para o US Open, depois de seu primeiro grande sucesso, a semifinal de Roland Garros, mais cedo na temporada.

Anisimova abandonou o torneio e voltou a Miami, com Olga e Maria Egee, sua irmã mais velha, antes de retornar por breve período aos torneios, no final de setembro.

“Foi realmente difícil deixar minha casa, sabe?”, disse Anisimova em uma entrevista no mês passado.

Ela deu passos importantes em sua carreira, recentemente. Assinou um contrato de longo prazo com a Nike que deve lhe garantir milhões ao ano, ainda que os termos não tenham sido revelados. Também contratou Carlos Rodriguez, um dos treinadores de maior sucesso na história do tênis feminino, que no passado ajudou Justine Henin a reencontrar seu caminho depois da morte da mãe.

Mas Anisimova, compreensivelmente, continua a enfrentar dificuldades, com a morte do pai. Quando perguntada se estava em condições de falar sobre ele, ela levou as mãos ao rosto e chorou silenciosamente por mais de um minuto, antes de deixar claro que gostaria de fazê-lo.

“Essa é obviamente a coisa mais difícil que já tive de enfrentar e a coisa mais difícil que já me aconteceu, e eu realmente não converso sobre esse assunto com ninguém”, ela disse. “A única coisa que tem me ajudado é jogar tênis e estar na quadra. É isso que me faz feliz, e sei que o faria feliz, e é assim que as coisas são.”

Ocupando o 22º posto no ranking do tênis feminino, ela parece em ótima forma, a caminho da abertura do Australian Open (sua estreia está prevista para a madrugada de terça).

Anisimova, que fez 18 anos recentemente, abriu a temporada chegando às semifinais do ASB Classic, em Auckland, Nova Zelândia. Também realizou um de seus objetivos de longo prazo ao enfrentar Serena Williams, que mostrou a Anisimova por que vem sendo a maior tenista de sua era ao derrotá-la por 6-1, 6-1.

Com altura de mais de 1,80 metro e um dos melhores backhands de duas mãos no esporte,

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