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Jogador da NBA chega a cem podcasts e mantém produção na ‘bolha’

JJ Redick, do New Orleans Pelicans, veio preparado.

Antes do recomeço da temporada da NBA, na Disney World, em Orlando, Flórida, na semana passada, Redick lotou sua bagagem com tudo que poderia precisar para uma estadia por período indeterminado –o que incluía seu equipamento para podcasts.

Laptop, microfone, gravador digital de alta tecnologia. Ele não se esqueceu de incluir material de leitura: o livro “Our Time is Now”, de Stacey Abrams, que foi candidata ao governo do estado da Geórgia e será sua convidada em um futuro episódio do podcast.

“Minha preparação para conversar com Stacey Abrams será bem diferente de minha preparação para conversar com Joel Embiid”, disse Redick.

Considere a evolução de Redick, que é um jogador que fascina há muito tempo os torcedores de basquete de uma certa idade. No passado, ele foi astro da Universidade Duke, falastrão e criticado, um armador cuja autoconfiança irritava as torcidas adversárias a ponto de causar raiva.

Agora, com 36 anos, ele se tornou uma das figuras mais estimadas da NBA, mentor de seus colegas de equipe mais jovens e um profissional com 14 anos de carreira cuja ética de trabalho beira o compulsivo.

“Eu o vejo como uma espécie de irmãos mais velho”, disse Nickeil Alexander-Walker, 21, armador dos Pelicans.

Nos últimos anos, Redick adicionou uma nova dimensão à sua persona pública, ao produzir um podcast no qual entrevista atletas e chefs de cozinha, escritores e financistas, políticos e atores. Para um sujeito que se descreve como introvertido, Redick encara a experiência como exercício de desenvolvimento pessoal –e como forma de conectá-lo a uma audiência ainda mais ampla.

“O podcast me deu uma mídia em que me expressar”, ele disse.

Agora, Redick espera expandir sua plataforma. Em entrevista por telefone, ele disse que está criando uma empresa de podcasts, a ThreeFourTwo Productions, com seu coapresentador e parceiro de negócios Tommy Alter, e vai começar a fazer um segundo podcast semanal, “The Old Man and the Three”, que respeita a regra de que todo título de podcast precisa conter um trocadilho.

“É uma brincadeira com Hemingway”, disse Redick. “Nesse cenário, o velho sou eu.”

O último podcast de Redick no site The Ringer, que produzia o programa desde 2017, foi veiculado em 24 de julho. Mas ele disse que a ideia de criar uma empresa própria já estava em sua cabeça há meses, até que ele a propôs a Alter, 29, produtor de programas como “The Shop”, na HBO, e “Desus & Mero”, no canal Showtime.

“Ele já tem conhecimento institucional do ramo”, disse Alter, “e portanto criar a empresa será uma progressão natural”.

Redick e Alter, que estão formando uma parceria com a produtora de podcasts Cadence13, disseram que sua esperança era criar uma pequena rede de podcasts adicionais, nos próximos dois ou três anos.

O nome ThreeFourTwo é uma referência à rotina de treinamento de Redick,

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