Quando Kobe Bryant pisou em Las Vegas para o período de treinos prévios à Olimpíada de Pequim, em 2008, o ala-armador já colecionava três títulos da NBA (2000, 2001 e 2002) e havia acabado de ser eleito o melhor jogador da temporada regular na liga norte-americana de basquete.

Nem mesmo o armador Jason Kidd, que com 35 anos era o único mais velho que Kobe (29) no elenco, tinha currículo tão vencedor quanto o astro do Los Angeles Lakers. Mas Kidd, um dos melhores armadores da história, tinha uma medalha de ouro pelos Estados Unidos, conquistada em 2000, nos Jogos de Sidney.

Para uma mentalidade vencedora como a de Kobe Bryant, desprezar uma conquista olímpica não fazia parte de seus planos para a carreira.

Estreante em Jogos Olímpicos (ficara fora de Atenas-2004 em razão de uma acusação de abuso sexual), ele estava determinado a encerrar essa conta pendente na China.

“Conquistar a medalha de ouro é mais importante [que ser campeão da NBA] porque você está representando o seu país. Não está jogando por uma região, um estado ou uma marca. Você está jogando pelos Estados Unidos da América”, afirmou Kobe, morto neste domingo (26) em um acidente de helicóptero, durante a preparação em 2008.

A seleção norte-americana masculina vinha de experiência ruim na edição anterior do evento. Após perder para a Argentina nas semifinais, precisou se contentar com a medalha de bronze, seu pior desempenho desde 1992.

Em Pequim, Kobe liderou os companheiros no que ele chamou de “redenção” do basquete dos Estados Unidos.

Com média de 15 pontos por partida, ajudou a equipe a exorcizar o fantasma argentino nas semifinais e, na decisão pelo ouro, teve grande atuação contra a Espanha, anotando 20 pontos (só pontuando menos que Dwyane Wade, com 27) e distribuindo seis assistências (líder no quesito) para conquistar sua primeira medalha olímpica.

“Quando perdemos em 2004, foi um golpe muito duro para nós. E eu acho que houve beleza no fato de perdermos, porque significava que o jogo estava crescendo e outros países estavam jogando em alto nível. Mas ao mesmo tempo pensamos ‘Ok, foi bonito, mas nós queremos isso de volta!’. Para nós foi a chance de mostrar ao mundo que somos o país de melhor basquete”, disse ele, ao canal oficial dos Jogos.

Em 2012, e com mais dois títulos de NBA conquistados (2009 e 2010), Kobe Bryant â€“desta vez o mais velho do grupo, aos 33 anos– voltou a guiar os americanos na conquista de um novo ouro para confirmar a reconquista da soberania americana no basquete o

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