A seleção brasileira masculina sub-23 inicia neste domingo (19) sua caminhada no Pré-Olímpico sul-americano de futebol, contra o Peru, às 22h30, na Colômbia.

O torneio classificatório para a Olimpíada de Tóquio-2020 começa já neste sábado (18), com transmissão dos canais SporTV.

Atual medalhista de ouro com a geração consagrada por Neymar há quatro anos, o Brasil tentará sua quarta classificação consecutiva Ã  competição depois de participações nos Jogos de 2016, disputados no país, de 2012, em Londres, e de 2008, em Pequim.

Para a edição do Rio de Janeiro, a equipe nacional teve sua classificação assegurada por ser o país-sede da disputa. Na Inglaterra e na China, garantiu vaga após conquistar os títulos do Sul-Americano sub-20.

De 2007 a 2016, a Conmebol optou por substituir o Pré-Olímpico, e as classificações passaram a ser distribuídas via Sul-Americano (duas vagas) e Mundial sub-20 (quatro vagas).

Agora, para 2020, a entidade que controla o futebol do continente restituiu o Pré-Olímpico como classificatório para os Jogos do Japão. A disputa do torneio, na última vez que o Brasil precisou dele para ir à Olimpíada, não traz boas memórias ao torcedor.

Em 2004, a promissora geração de Diego e Robinho perdeu para o Paraguai por 1 a 0 no quadrangular final e viu o adversário carimbar o passaporte rumo a Atenas. Já os argentinos, campeões do Pré-Olímpico, foram à Grécia e conquistaram a medalha de ouro.

O revés se juntou às eliminações nos Pré-Olímpicos de 1992 e 1980, nos quais o Brasil também ficou sem a vaga nos Jogos. Juntamente com 1956, quando também não se classificou, foram as únicas vezes em que a seleção brasileira acabou fora de uma Olimpíada desde sua primeira participação na modalidade, em Helsinque-1952.

O elenco de 16 anos atrás era todo formado por jogadores que atuavam no futebol brasileiro. No time do técnico Ricardo Gomes, inclusive, boa parte da equipe era composta por atletas já consolidados entre os titulares de seus clubes.

Além de Diego e Robinho, Paulo Almeida, Alex e Elano também foram campeões brasileiros pelo Santos em 2002 e finalistas da Libertadores em 2003. Aquela seleção sub-23 de 2004 também tinha o goleiro Gomes, o zagueiro Edu Dracena e o volante Wendel, campeões nacionais com o Cruzeiro de Vanderlei Luxemburgo no ano anterior.

Outros nomes que viviam bom momento na época eram os atacantes Dagoberto, revelação do Athletico, e Nilmar, então destaque do Internacional.

Ao contrário da geração de 2004, o atual grupo da seleção, comandado pelo técnico André Jardine (ex-São Paulo), já tem alguns nomes

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